Você sabia que o consumo diário de frutas, legumes e verduras diminui o risco de um infarto nas mulheres?

Que manter bons hábitos alimentares previne diversas doenças, todo mundo sabe. Especialistas, entretanto, vão além e explicam o que de fato é ter uma alimentação saudável e como isso pode, além de prevenir, tratar doenças e manter uma vida plena por muitos anos.

Pois é, mas esta pesquisa, me impressionou negativamente. Mulheres, porque isso???

Na pesquisa chamada “Saúde Cardiovascular da Mulher Brasileira”, feita pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) em parceria com a Fundación MAPFRE, quase 60% das mulheres entrevistadas não consomem frutas, legumes e verduras diariamente, sendo que o consumo diário desses alimentos reduz em 30% o risco de um infarto

Esta outra pesquisa, feita por cientistas de Harvard, foi concluído que pessoas que seguem uma dieta com consumo elevado de alimentos inflamatórios apresentaram um risco 46% maior de ter problemas no coração (como infarto) e 28% maior de sofrer um AVC (derrame), em comparação aos que consumiram um cardápio com baixo potencial inflamatório.

A inserção de alimentos ultraprocessados vem crescendo nos mercados brasileiros, e segundo a Dra. Glaucia, mesmo que se apresentem como veganos, contêm em sua composição uma quantidade enorme de sódio, “é um alimento cheio de gordura que deve ser evitado por todo mundo, mas principalmente por mulheres”.

A hipertensão e a dieta inadequada estão associadas com um risco muito maior de pré-diabetes, por exemplo.

Substituir ou reduzir o consumo dos alimentos que podem fazer mal diminui o risco de doenças e aumenta a expectativa de vida.

“As mulheres com diabetes têm risco 45% maior de sofrerem com fluxo de sangue e oxigênio inadequado ao coração. 

O diabetes é muito mais comum em mulheres acima de 40 anos e, somado ao maior risco de mortalidade por doença cardiovascular em mulheres, pode ser uma relação desastrosa.

É preciso de todo modo tratar o diabetes nas mulheres, assim como também é preciso tratar o excesso de colesterol, a obesidade e o sedentarismo”, finaliza a médica cardiologista.

Fonte: https://www.terra.com.br/

Imagem: https://diariocampineiro.com.br/